Afinal, o que é essa tal de “marca empregadora”?

Quando ouvimos a palavra startup, a primeira coisa que nos vem à mente é um ambiente jovem, descontraído e sem muitas exigências a nível altamente competitivo. No entanto, a pesquisa Employer Brand Research, da consultoria de Recursos Humanos, Randstad, indica justamente o cenário contrário.

Em uma matéria publicada no Valor Econômico no dia 25 de abril, escrita pela editora da seção de carreira do veículo, Stela Campos, mostra-se essa mudança drástica nesse ambiente de trabalho.

Na pesquisa, mostra-se que os brasileiros querem estabilidade no emprego, seja ela qual for. Nela, foram entrevistadas 4073 pessoas, das quais 25% afirmaram que abririam mão de 10% do salário para garantir segurança e estabilidade no mercado de trabalho.

Para Fabio Battaglia, CEO da Randstad, antes da crise as pessoas estavam dispostas a aplicar para vagas em startups porque havia a possibilidade de se recolocar em um emprego formal caso precisassem. Mas hoje, esse mercado se mostra de maneira diferenciada e os candidatos enxergam a carreira com mais cuidado.

Somado a isso, para mais de 90% dos entrevistados, a boa reputação da empresa é essencial: sites de busca e de notícias, redes sociais, opiniões de conhecidos e familiares, além da experiência do candidato com a marca, são fontes importantes na construção da percepção de cada candidato em relação à marca empregadora.

Caso tenha interesse em conferir a matéria na íntegra, basta acessar:

https://www.valor.com.br/carreira/6225317/como-empregadores-sao-vistos-no-brasil

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